Outdoor, empena, frontlight e backlight em Nova Friburgo

Por que existe mais de um tipo de mídia exterior

Outdoor, empena, frontlight e backlight são nomes diferentes para a mesma ideia: uma superfície grande, parada, numa via de circulação alta, trabalhando para quem passa. Estão entre as peças mais populares da publicidade de rua porque não dependem de o público querer vê-las. Elas simplesmente estão lá, e o impacto visual vem do tamanho.

O que muda de um tipo para outro é a medida, o material, a iluminação e o lugar onde a estrutura fica. Escolher errado custa dinheiro: uma arte pensada para papel não aguenta o inverno na serra, e uma fachada contratada para uma promoção de sete dias é investimento parado numa parede.

Quem mais recorre a esse tipo de veiculação em cidade de porte médio é o comércio de rua, a concessionária, a construtora com lançamento para vender, a instituição de ensino em época de matrícula e o evento com data marcada. São anunciantes que precisam falar com a cidade inteira ao mesmo tempo, e não com um nicho.


O outdoor padrão de 9m x 3m

O modelo tradicional segue a medida de 9m x 3m e um tempo mínimo de contratação de 14 dias, com alguma margem de negociação. Fica em rodovia e em avenida de tráfego intenso, sempre em posição que permita leitura de longe, por quem está dirigindo.

Pode ser impresso em papel, para campanha de duração curta, ou em lona, indicada para ação que precise durar mais e enfrentar chuva e sol. A escolha entre os dois raramente é estética: é o calendário da campanha que decide.


Quanto texto cabe e como se lê a 60 km/h

A regra prática do mercado é sete palavras. Quem está dirigindo tem entre três e cinco segundos de contato com a mensagem, e nesse tempo consegue ler uma frase curta, reconhecer uma marca e guardar um único dado, que pode ser um telefone, um bairro ou um valor.

Por isso a hierarquia importa mais do que a quantidade de informação. Uma chamada grande, uma marca visível e nada de terceiro nível. Endereço completo, lista de serviços e QR code minúsculo são o tipo de coisa que funciona em folheto e desaparece na rua.

Contraste também não é detalhe. Texto claro sobre fundo claro some ao meio-dia, e tipografia fina se apaga na chuva. A leitura precisa resistir ao pior cenário de luz do dia, e não ao cenário ideal.


Frontlight e backlight: a diferença está na luz

Frontlight é a estrutura iluminada por fora, com refletores apontados para a superfície impressa. É o painel que se vê nas rodovias, e a impressão sai em lona comum, porque a luz bate na frente e volta para o olho de quem passa.

Backlight é o contrário: a iluminação vem de dentro da caixa e atravessa uma lona translúcida. O resultado é uma imagem que parece acesa, com cor mais viva à noite, e por isso aparece muito em abrigo de ponto e em área urbana movimentada.

Quando o objetivo deixa de ser imagem fixa iluminada e passa a ser imagem em movimento, o caminho é o painel de LED, que troca de conteúdo ao longo do dia e divide o mesmo ponto com outros anunciantes.


Empena: a fachada inteira como suporte

Outro formato muito utilizado é a empena, que possui uma estrutura ainda maior e que costuma ser veiculada em paredes de edifícios que não possuam janelas.

Feita no mesmo material do frontlight e, em muitos casos, com iluminação própria, ela é a peça de maior escala da publicidade urbana. Quem contrata empena normalmente não está atrás de resposta imediata, e sim de presença: a marca ocupa um pedaço da paisagem da cidade por semanas seguidas.

Por causa do tamanho, ela exige aprovação de estrutura e, em muitos municípios, licença específica. É um prazo a mais no cronograma, e vale contar com ele desde o começo do planejamento.


Triedro, painel rodoviário e formato duplo

Além do padrão, existe o duplo, que junta duas placas lado a lado e dobra a área útil, e o painel rodoviário, dimensionado para quem passa em velocidade e por isso com ainda menos texto. Existe também o triedro (estrutura triangular usada em cruzamentos e rotatórias, com visibilidade em até três ângulos).

Cada um tem especificação própria de arte, tamanho de arquivo, resolução e margem de segurança. Não dá para pegar o arquivo de um e aplicar no outro sem refazer.


Aluguel: bissemana, ponto e o que entra no valor

A cobrança é feita por bissemana, o período padrão de exibição do anúncio. O valor varia de acordo com o ponto de outdoor escolhido: uma esquina de grande circulação em Nova Friburgo custa mais caro que uma via secundária, e o mesmo vale para Teresópolis e Petrópolis, na Região Serrana, ou para Cabo Frio, Macaé e Rio das Ostras, na Região dos Lagos.

Diferente de comprar uma mídia própria, o aluguel de outdoor permite testar a visibilidade de um ponto antes de fechar contratos mais longos. Além do valor do espaço, entra à parte o custo de produção da arte e da impressão.

Da concepção da campanha à criação da peça, já desenvolvemos material para placa e painel, em papel e em lona, no padrão e no duplo, com todos os tipos de iluminação e também para fachada. E tudo isso com preços acessíveis.

Escolher o lugar é metade do trabalho. O sentido da via muda o público: uma placa no sentido bairro-centro fala com quem sai de casa e a do sentido inverso fala com quem volta. O entorno também pesa, porque uma superfície cercada por outras dez perde força. E o tempo parado no sinal é onde a leitura acontece de fato.


Arte, resolução e acabamento

A impressão digital em solvente costuma sair em 720 DPI, com acabamento em ilhós ou solda térmica dependendo do material, e a DTO entrega o arquivo pronto para o fornecedor, em lona vinil ou lona front.

Margem de segurança é o que mais gera retrabalho. Texto colado na borda some na dobra da moldura e logotipo mal posicionado fica escondido atrás do acabamento. Por isso a arte sai daqui já no gabarito do espaço contratado, e não numa medida genérica.

A mesma lógica vale para impressão em grande formato de qualquer natureza, que exige o mesmo cuidado de resolução e de fechamento de arquivo.


Como a peça de rua conversa com o digital

A sigla OOH vem de out-of-home, o nome que o mercado dá à mídia que encontra as pessoas fora de casa. Ela rende mais quando não trabalha sozinha: uma superfície grande numa via movimentada pode ser combinada com campanha digital segmentada para o mesmo público na mesma cidade.

É o mesmo raciocínio que aplicamos ao busdoor, que roda pelos bairros enquanto o anúncio no Google e nas redes reforça a mensagem para quem já passou por ela na rua. Para montar o plano completo, conte com a agência de publicidade DTO.


Onde a DTO atende

Atendemos Nova Friburgo e as demais cidades da Região Serrana, entre elas Petrópolis e Teresópolis, além de Macaé, Rio das Ostras e Cabo Frio, na Região dos Lagos. Em cada praça o inventário de pontos muda, e é ele que define o mapa real da campanha.

Diga qual peça tem em mente, em que cidade e para quando. A partir daí montamos a proposta com criação, produção e veiculação.

Se ainda estiver decidindo entre esta e outras frentes, a comparação de todos os canais disponíveis na região está em veiculação de anúncio offline.

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