Bem construído, ele vira o rosto mais lembrado de uma empresa, muitas vezes mais reconhecível que o próprio nome escrito. Ele humaniza a comunicação, carrega a personalidade do negócio e funciona em qualquer aplicação, do post no feed ao vídeo institucional.
A DTO atende negócios em Cabo Frio, Macaé e Rio das Ostras, na Região dos Lagos, além de Petrópolis e Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, sem contar a própria Nova Friburgo.
Não precisa ser um bicho fantasioso ou uma figura infantil. Pode ser algo mais sóbrio, dependendo do tom da empresa, desde que carregue um traço reconhecível e repetível em qualquer aplicação. O ponto central é a consistência: a mesma proporção, a mesma paleta definida na identidade visual, em todos os canais.
Empresas que investem nisso ganham um atalho de reconhecimento: um simples olhar já basta pra associar à marca, mesmo sem o nome ou o logotipo por perto. É um recurso especialmente útil em conteúdo de redes sociais, onde a atenção é curta e a repetição visual ajuda a fixar.
Tudo começa com o briefing: personalidade que se quer transmitir, público-alvo, tom de voz e referências visuais que fazem sentido pro segmento. A partir disso, produzimos esboços numa etapa de exploração, testando proporções e expressões antes de fechar um caminho único.
Depois de aprovado o traço, ele ganha variações de pose e expressão, para cobrir diferentes situações de uso: comemorando um lançamento, apontando pra um botão de call-to-action, pensativo num conteúdo educativo, ou sério numa comunicação institucional mais formal. Esse repertório é o que permite reaproveitar o mesmo material sem parecer repetitivo.
Um personagem sem batismo fica sendo chamado de "o bonequinho" para sempre, inclusive dentro da própria empresa. Nome curto, fácil de falar em voz alta e difícil de escrever errado é o que faz o público repetir sem pensar. Vale testar dizendo em voz alta numa frase inteira, porque muita opção que parece boa no papel trava na hora de falar.
Antes de fechar, confira se alguém já usa aquilo no mesmo ramo, se o domínio está livre e se o arroba existe nas redes. É a checagem mais barata do projeto inteiro e a que mais dá dor de cabeça quando ninguém faz. Nome com trocadilho regional funciona bem quando o público é local, e trava quando o negócio pretende crescer para fora.
Aprovado o 2D, ele pode ganhar uma versão em três dimensões, que permite mostrar tudo de qualquer ângulo, com luz e sombra reais, o que dá mais presença em vídeo e em qualquer material que precise de profundidade.
A modelagem 3D é feita em softwares como Blender, que permite construir a forma, aplicar textura e ajustar iluminação antes de qualquer renderização final. Para as peças em 2D que acompanham essa versão, o fluxo passa por Illustrator, quando o resultado precisa ser vetorial, ou Photoshop, quando o efeito pede algo mais pictórico.
Com o modelo pronto, produzimos também animação: pequenos movimentos, ciclos de fala ou uma cena mais elaborada para abertura de vídeo institucional ou conteúdo de redes sociais. É um investimento que rende bastante reaproveitamento, já que o mesmo modelo serve para dezenas de peças diferentes ao longo do tempo.
Além disso, produzimos desenho vetorial para diferentes aplicações: ícone personalizado, capa de conteúdo, apoio visual para apresentação institucional. O estilo muda conforme o objetivo, do flat mais limpo ao cartoon com mais expressão, passando por uma linha em aquarela digital quando o tom pede algo mais suave, ou minimalista quando o objetivo é comunicar rápido e sem ruído.
A ilustração editorial entra quando o conteúdo pede uma leitura mais processada, como um infográfico que explica um dado ou processo de forma visual. Um bom infográfico substitui parágrafos de texto por uma imagem que se entende de relance, o que funciona bem tanto em rede social quanto em material impresso.
A ilustração publicitária é o braço mais comercial disso: imagem feita sob medida para uma campanha, um anúncio ou um rótulo, no lugar do banco de imagem que o concorrente também pode comprar. Custa mais e resolve melhor, porque nasce já falando do que você vende.
Sem regra escrita, o personagem vira outro em seis meses. Alguém estica pra caber num banner, outro troca a cor porque combinava melhor com o fundo, um terceiro recorta só a cabeça e some com o resto. O manual existe pra evitar exatamente isso, e não precisa ser um calhamaço.
O essencial cabe em poucas páginas: quais poses estão liberadas e quais não existem, proporção mínima para ainda ser legível, espaço livre em volta, quais cores valem sobre claro e sobre escuro, e a lista curta do que nunca fazer. Entregue junto com os arquivos abertos, ele serve tanto para o time interno quanto para o fornecedor que vai imprimir.
Ele pode estampar o rótulo ou embalagem de um produto, ilustrar um post educativo, entrar na assinatura de e-mail ou até virar decoração num evento. Quanto mais canais usam a mesma referência visual, mais rápido o público reconhece quem está falando só de bater o olho.
Esse tipo de trabalho costuma nascer dentro de um projeto maior de identidade visual, mas também funciona isoladamente, para quem já tem tudo definido e só precisa de uma peça nova para reforçar a comunicação.
Aquele boneco de papelão que fica em pé na entrada da loja tem nome: display de chão. Recortado no formato da silhueta, monta por encaixe, chega dobrado e sai do caminho quando a campanha acaba. O microondulado é o material mais comum, e essa é a aplicação mais barata que existe para colocar o desenho em tamanho de gente.
A versão menor, de balcão, funciona bem perto do caixa, onde a decisão de compra acontece em segundos. E o mesmo arquivo ainda rende painel de evento, adesivo de vitrine e fundo para foto, desde que tenha sido desenhado em vetor desde o começo. Vale conversar antes com quem cuida da impressão de grande formato, porque ampliar dez vezes revela cada detalhe que passou batido na tela.
Camiseta, caneca, chaveiro, adesivo e, quando o orçamento permite, pelúcia. Em objeto físico ele dura mais que qualquer post e vira presente que ninguém joga fora.
Toda técnica tem limite próprio de cor e de área, então vale conferir o que cabe em cada brinde personalizado antes de fechar o traço. Bordado, silk e gravação a laser não aceitam o mesmo nível de detalhe, e descobrir isso tarde custa caro.
Se o repertório de poses já existe, virar pacote pronto é fácil. E é a aplicação que mais circula sozinha: o cliente manda para o amigo, o amigo usa no grupo, e o desenho anda por lugares que nenhuma verba de mídia alcançaria.
A mesma lógica vale para GIF em story, reação em transmissão ao vivo e figurinha animada. São formatos pequenos, então o traço precisa aguentar tela minúscula sem virar borrão, o que costuma exigir uma versão simplificada, com menos detalhe e contorno mais grosso.
Atendimento que cobre toda a Região Serrana e a Região dos Lagos do Rio de Janeiro: de Nova Friburgo a Teresópolis e Petrópolis, passando por Macaé, Cabo Frio e Rio das Ostras.
O personagem sai daqui com os arquivos abertos, o repertório de poses e o manual de uso, prontos para render em impresso, vídeo e rede social sem precisar redesenhar nada a cada campanha nova.
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