Busdoor é a peça aplicada na traseira do coletivo, no espaço em volta do vidro. O nome nasceu desse formato específico e acabou virando a forma popular de chamar toda a família de aplicações que usa a carroceria do transporte público como suporte de publicidade. Quem dirige atrás, quem atravessa a rua e quem espera no abrigo do ponto veem a mesma arte várias vezes ao dia, sem precisar clicar em nada nem procurar por ela.
A diferença para um cartaz parado é o deslocamento. A mensagem sai do bairro onde foi colada e percorre o traçado inteiro da linha, cruzando centro, área residencial, escola, comércio e terminal no mesmo turno. Em uma cidade encaixada entre serras, onde o trânsito se concentra em poucas vias de acesso, isso quer dizer aparecer para o mesmo morador em momentos diferentes do dia, com uma regularidade que a propaganda de rua raramente alcança pelo mesmo investimento.
Busdoor é a aplicação na traseira, o formato mais conhecido e o de entrada mais barata. Backbus ocupa a traseira inteira, incluindo a área abaixo do vidro, e por isso comporta imagem maior e texto legível de mais longe. Maxbusdoor é a versão ampliada, que avança sobre as quinas da traseira e cria um efeito de moldura em volta do vidro.
Sidebus é a faixa lateral, aplicada no comprimento da carroceria. É o que mais rende em via de mão dupla e em rua de comércio, porque acompanha o pedestre na calçada em vez de aparecer só para quem vem atrás. O envelopamento cobre o veículo inteiro com adesivo impresso e o transforma em um outdoor sobre rodas, escolha típica de lançamento, quando o objetivo é ser impossível de ignorar.
Existe ainda a mídia interna, com adesivo em painel, testeira e encosto de banco, que fala com o passageiro durante o trajeto e permite mensagem mais longa, já que ele tem tempo de leitura. E existe o abrigo de ponto, que fica parado, mas divide exatamente o mesmo público e costuma entrar no mesmo plano quando a campanha quer cercar o trajeto do começo ao fim.
A propaganda em ônibus é procurada por empresas que precisam se fazer notar na cidade inteira sem multiplicar pontos fixos. Um veículo só circula por bairros que exigiriam vários outdoors para cobrir, e segue trabalhando nos intervalos entre um ponto e outro, no engarrafamento e na fila do sinal.
O tempo de exposição também pesa. O material fica na rua o dia inteiro, em horários diferentes, e é visto tanto por quem está no carro quanto por quem caminha ou usa o transporte coletivo. Isso monta um público bastante diverso em faixa etária e renda, o que funciona bem para varejo, serviço local, instituição de ensino e comunicação institucional.
Soma-se a isso o custo. Comparado ao alcance que entrega, a mídia em coletivo é uma das opções mais eficientes da publicidade exterior, o chamado OOH, justamente porque a cobrança é por veículo em circulação e não por ponto geográfico.
Três indicadores explicam por que o out-of-home segue no plano das grandes marcas. O alcance mostra quantas pessoas únicas são impactadas pelo anúncio, enquanto a frequência contabiliza quantas vezes essa mesma pessoa vê a peça ao longo do dia, seja no trânsito, na calçada ou esperando o próprio ônibus.
O terceiro é o CPM, custo por mil impressões, que costuma ser competitivo neste caso por causa do fluxo do transporte público. É por essa combinação que o mercado de OOH chama a veiculação em coletivo de publicidade itinerante: diferente do outdoor fixo, ela se movimenta pela cidade e acumula exposição em bairros e horários distintos ao longo do mesmo dia.
Em Nova Friburgo, a operação urbana é da FAOL, a Friburgo Auto Ônibus, que está na cidade desde 1950 e responde pelas linhas municipais. É a frota que circula do Centro aos distritos, passando por bairros como Conselheiro Paulino e Olaria conforme a linha contratada.
Em Teresópolis, o transporte urbano é dividido entre a Viação Dedo de Deus e a Viação 1º de Março. Em Petrópolis, a TURP responde por boa parte do sistema municipal. São as três praças que concentram a demanda por veiculação na Região Serrana, e cada uma tem regra própria de aprovação de arte e de prazo para aplicação.
No litoral, a referência é o Grupo Salineira, que atende Cabo Frio desde 1943 pela Auto Viação Salineira e cobre as ligações entre os municípios da Região dos Lagos pela Viação Montes Brancos. Já a Rápido Macaense, com sede em Rio das Ostras, opera as linhas de Macaé e do entorno. Cada concessionária define quantos veículos ficam disponíveis por período, e é essa disponibilidade que dita o tamanho real da campanha.
A DTO cuida de todo o processo criativo do seu material de mídia externa: desde o briefing e conceito até a entrega do arquivo final em alta resolução para impressão. Cada peça é desenvolvida respeitando o formato e as especificações técnicas do veículo, com atenção ao impacto visual necessário para quem está em movimento.
Arte de traseira não se lê parada. O texto precisa caber em poucas palavras, o contraste precisa aguentar sol e chuva, e a marca precisa aparecer grande o bastante para ser reconhecida a dez metros de distância, de dentro de um carro em movimento. É um exercício de síntese, não de informação.
A impressão sai em lona ou adesivo, conforme a aplicação, e passa pelo mesmo controle de cor de qualquer material que sai de uma gráfica. Atuamos também com outdoor e empena e painel de LED, o que permite montar o plano inteiro de out-of-home com uma linha visual só.
A contratação é feita por bissemana, o período de duas semanas que o mercado usa como unidade de venda. Campanha de conhecimento de marca costuma pedir no mínimo duas bissemanas para o público começar a reconhecer a peça. Promoção com data marcada trabalha com uma, concentrada.
Antes de imprimir é preciso fechar três pontos: quantos veículos entram, em quais linhas eles rodam e qual aplicação será usada, se sidebus, maxbusdoor ou envelopamento, porque a medida muda de modelo para modelo de carroceria. A concessionária costuma pedir a arte com antecedência para aprovação, e a colagem é feita com o veículo fora de operação, normalmente à noite.
Vale reservar com folga em período de alta demanda. Novembro e dezembro são tomados pelo varejo, e a volta às aulas concentra escola e curso livre, então os trechos de linha mais disputados saem primeiro.
Offline e digital rendem mais quando são planejados juntos. Uma campanha que roda na rua pode ser amplificada com anúncio segmentado para a mesma audiência no Google e nas redes sociais, garantindo que a mensagem da marca chegue ao consumidor em mais de um ponto de contato.
E dá para medir. Um QR code discreto na peça, uma página de destino própria ou um cupom válido só naquele período de veiculação mostram quanta gente saiu da rua e chegou até o site. A agência de propaganda DTO Publicidade planeja essa ponte desde o início do projeto, e não como remendo depois que o material já está circulando.
Nossa atuação começa em Nova Friburgo e alcança Petrópolis e Teresópolis na Região Serrana, além de Macaé, Rio das Ostras e Cabo Frio no litoral da Região dos Lagos. Em cada praça o plano é montado com a operadora local, respeitando o que ela tem disponível de linha e de período.
Conte qual aplicação pretende usar, em qual cidade e para quando. A partir daí montamos a proposta de veiculação com criação, produção e acompanhamento incluídos.
Esse formato costuma ser uma frente dentro de algo maior. O quadro completo, com todos os canais da praça e como se compra em cada um, está na página de compra de espaço de anúncio.
Conte o seu desafio e entendemos juntos o melhor caminho.
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