A emissora que leva o SBT às cidades de fora da capital entrou no ar em 5 de junho de 1982, e a sede sempre foi aqui em Nova Friburgo. Ela começou como TVS, mudou de nome em 1990 e hoje se chama SBT Interior RJ. São mais de quatro décadas gerando sinal a partir da cidade.
Para quem anuncia, isso tem uma consequência prática: a negociação de espaço na grade acontece perto, com gente que conhece o comércio da praça, e não num departamento comercial a duzentos quilômetros de distância.
São duas emissoras diferentes com a mesma marca. O SBT Rio fica na capital e cobre a Região Metropolitana. O Interior RJ, gerado daqui, cobre o restante do estado, e é o sinal que entra nas casas da serra e do litoral.
As duas se cruzam na programação. Desde 2012 o telejornal da capital também vai ao ar pela emissora daqui, o que faz esse conteúdo chegar ao estado inteiro. Vale saber disso na hora de contratar, porque anunciar "no SBT" pode significar coisas bem diferentes de preço e de alcance dependendo de qual das duas entra no plano.
Pelo sinal do interior, o anúncio alcança as cidades de serra, incluindo Petrópolis e Teresópolis, e desce ao litoral da Região dos Lagos, em Cabo Frio, Rio das Ostras e Macaé. É a cobertura que interessa a quem vende para essas praças e não precisa pagar pela capital.
Quando o alvo é menor ainda, restrito a uma cidade só, a conversa muda para as TVs locais de Nova Friburgo, que cobram outro valor e falam com outro público.
A grade é construída em cima de entretenimento popular, programa de auditório e novela, com jornalismo diário no meio. Isso desenha um telespectador de perfil bem definido: família, faixa etária ampla, forte presença de classe média e baixa, com hábito de assistir junto e no mesmo horário.
Para varejo, supermercado, loja de material de construção, farmácia e serviço de bairro, esse é exatamente o público que compra. É por isso que o canal costuma entregar retorno acima do que o preço do espaço sugere: o custo por mil é competitivo e a audiência é qualificada para quem vende no balcão.
Com produtora de vídeo própria, a DTO entrega o comercial completo: roteiro, casting, filmagem, edição e finalização em HD ou 4K, dentro das especificações técnicas da emissora.
O time de produção de vídeo e motion cuida do processo do começo ao fim, incluindo trilha, locução e legendagem quando o roteiro pede. O material sai em todas as durações contratadas de uma vez, para não precisar voltar ao estúdio a cada mudança de plano.
As durações padrão são 15, 30 e 60 segundos. A escolha não é de gosto: quinze serve para lembrar, trinta para explicar e sessenta para contar uma história, e o custo por exibição sobe na mesma ordem.
A emissora tem carta técnica própria, com resolução, formato de arquivo, nível de áudio e área segura de texto. O arquivo final costuma sair em XDCAM-HD, com claquete na frente identificando a peça, e sobe por um player homologado, que é a via oficial por onde a propaganda chega até a programação. Vati, Adstream, Grupo Peach e A+V Zarpa são os nomes que aparecem nessa etapa, cada um com hora de corte própria. Material fora do padrão volta e a estreia atrasa, então vale reservar alguns dias entre a entrega e o primeiro dia no ar. A página de filme publicitário e comercial para TV detalha como esse processo funciona.
A inserção é o filme que entra no intervalo, e é o formato que a maioria contrata. Mas existem outros dois que costumam render mais lembrança por real investido, principalmente para marca que já é conhecida na praça.
O patrocínio amarra a empresa a um programa ou quadro, com assinatura na abertura e no encerramento. Quem patrocina o bloco de esporte do telejornal local, por exemplo, passa a ser lembrado junto com o conteúdo, e não apenas no meio de uma sequência de anunciantes.
O merchandising acontece dentro da programação, com o apresentador citando ou usando o produto. É mais caro, exige aprovação de roteiro com antecedência e não serve para qualquer categoria, mas é o formato que menos sofre com o hábito de trocar de canal no intervalo.
O erro mais comum é tentar dizer tudo. Trinta segundos com sete informações não deixa nenhuma delas de pé, e o telespectador não anota nada. Uma mensagem por filme, com a marca clara, rende bem mais do que um catálogo falado.
O segundo erro é o áudio. Muita gente assiste com o som baixo ou com barulho na sala, então locução apressada e trilha alta demais anulam o texto. Áudio limpo vale mais do que imagem sofisticada nesse meio.
O terceiro é sumir da grade cedo demais. Campanha que entra por uma semana e para não constrói frequência, e frequência é justamente o que a televisão faz de mais forte.
A venda é por inserção, distribuída em pacotes ao longo de semanas. O valor muda conforme o horário e o programa: intervalo de novela e de jornal custa mais que faixa da tarde, porque é onde a audiência se concentra.
Frequência costuma render mais que concentração. Vinte inserções espalhadas por um mês constroem mais reconhecimento do que as mesmas vinte queimadas em três dias, e é esse desenho que cabe à agência montar antes de fechar o pacote.
Não é uma escolha entre certo e errado, é uma escolha de público e de verba. A afiliada da Globo lidera a audiência local e cobra por isso, enquanto o canal do Sílvio Santos entrega um custo por exibição menor e um telespectador de perfil mais popular.
Campanha de alcance amplo costuma usar as duas, com o mesmo filme rodando nas grades em proporções diferentes. Quem tem verba curta escolhe uma. Os detalhes de anúncio na InterTV estão na página dela, e a comparação entre as duas é parte do que a DTO monta no plano.
Combinar a veiculação de televisão com campanhas digitais segmentadas para a Região Serrana e dos Lagos amplifica o impacto. A DTO desenvolve essa integração garantindo que o investimento em TV seja potencializado por ações online que reforcem a mensagem para o mesmo público, em múltiplos dispositivos.
Ficamos em Nova Friburgo e atendemos as demais cidades da Região Serrana, entre elas Teresópolis e Petrópolis, além de Macaé, Cabo Frio e Rio das Ostras, na Região dos Lagos.
Conte qual é o produto, para qual praça e em que período. A partir daí montamos a produção e a distribuição na grade.
O panorama de todos os veículos da região, com o que cada um cobra e o que entrega, está na página que mostra quanto custa anunciar em cada veículo.
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