A InterTV está no ar desde 1990 e tem sede em Nova Friburgo. Até 2004 ela se chamava TV SerraMar, nome inspirado no território que o sinal cobre, que começa na serra e desce até o mar.
Como afiliada da Globo, ela lidera a audiência na área onde opera e produz jornalismo local todos os dias, o que dá ao intervalo comercial uma companhia que nenhum outro veículo da região oferece: o telespectador está ali para ver a notícia da própria cidade.
A DTO faz propaganda para quem quer aparecer nesse canal e cuida do caminho inteiro, da criação ao envio do arquivo pronto para o ar. Nas seções abaixo estão a cobertura do sinal, os formatos de venda, as durações, a especificação técnica e a forma como o preço se monta. Vale ler até o fim antes de decidir a verba.
A cobertura pega o miolo da Região Serrana, incluindo Petrópolis e Teresópolis, e alcança o litoral em Macaé, Cabo Frio e Rio das Ostras. É um mapa incomum, porque junta cidade de serra e cidade de praia sob a mesma grade, com perfis de consumo bem diferentes convivendo na mesma grade.
Na prática isso significa que o anunciante escolhe: pode falar com a área inteira de uma vez, quando a marca é regional, ou concentrar a verba nos horários e nos blocos que interessam à praça onde ele realmente vende.
O jornalismo regional é o que segura a audiência de uma afiliada. A grade nacional é igual em todo o país, mas o telejornal fala da obra na rua de casa, do tempo na serra e do time da cidade, e é no RJ Inter TV 1ª Edição, no meio do dia, que cobre da Região Serrana ao Norte e Noroeste Fluminense, e na 2ª Edição, à noite, que o telespectador da Região dos Lagos e das cidades de montanha realmente para o que está fazendo.
Para o anunciante isso vale dinheiro. O intervalo colado no jornal reúne, no mesmo minuto, gente que está em casa, atenta e olhando para a tela, o que é raro em qualquer outro veículo. É também o espaço mais disputado da grade, e o que exige reserva com mais antecedência.
A inserção é o formato mais comum, o filme que entra no intervalo. O patrocínio amarra a marca a um programa ou quadro específico, com assinatura na abertura e no encerramento, e costuma render mais lembrança porque associa o anunciante ao conteúdo.
Existe ainda o merchandising dentro da programação e a chamada de apoio, mais curta, usada para reforçar uma data. Cada um tem regra própria de aprovação, e a emissora costuma pedir o material com antecedência para checar antes de liberar.
Quinze segundos servem para lembrar. Cabe uma ideia, uma marca e um endereço, e o custo por inserção permite repetir muitas vezes, que é o que constrói memória.
Trinta segundos servem para explicar. Dá tempo de apresentar um problema, mostrar a solução e chamar para a ação, e é a duração que a maior parte das campanhas acaba escolhendo.
Sessenta segundos servem para contar uma história, e por isso costumam aparecer em lançamento, aniversário de empresa ou campanha institucional. É o mais caro por exibição, então normalmente entra em menor quantidade e apoiado por versões curtas.
A DTO possui estrutura completa de produção audiovisual: roteiro, direção, filmagem, edição e finalização dentro das especificações técnicas exigidas pela emissora. O comercial é entregue pronto para inserção, em todos os formatos necessários, 15, 30 ou 60 segundos.
O trabalho começa antes da câmera. Um filme de trinta segundos que funciona na TV tem roteiro fechado, locação definida e decupagem pronta na véspera, porque diária de filmagem é o item mais caro do processo e improviso ali custa dinheiro. O detalhamento está na página de filme publicitário e comercial para TV.
Quem anuncia aqui costuma anunciar também em anúncio no SBT, aproveitando o mesmo material em duas grades diferentes. E quando o alvo é só a cidade, a conversa muda para as TVs locais de Nova Friburgo. A DTO cuida da negociação com todas elas.
Cada emissora tem sua carta técnica, com resolução, formato de arquivo, nível de áudio e margem de segurança de texto definidos. Material fora do padrão volta, e voltar significa perder a data de estreia da campanha.
O envio também não é por e-mail nem por link de transferência. O arquivo que sai da ilha de edição precisa ser convertido para o padrão de exibição e subir por um player homologado, e a Vati é um dos que entregam aqui, ao lado de Adstream, Grupo Peach e A+V Zarpa. É dentro dele que o material é checado, transcodificado e ajustado: o volume entra na norma de loudness que vale para toda a programação, a legenda oculta é embutida no mesmo arquivo quando o caso pede, e só então o vídeo segue para quem vai colocar no ar. Um MP4 comum, do jeito que sai da edição, não passa nessa porta.
O padrão que a InterTV recebe é o XDCAM-HD 50Mbps em 16:9. Junto da peça seguem a claquete de cinco segundos, que identifica o que está sendo entregue, e mais dois de tela preta antes e depois, como margem de corte para quem opera a exibição. Quase nenhum projeto sai da ilha nesse formato, porque ProRes e H.264 são os padrões de trabalho e a transcodificação vem depois, com a peça já aprovada. Some a isso o horário de corte dos players, que costuma fechar às 18h do dia útil anterior, e fica claro por que a semana da estreia não é hora de mexer em nada.
Por isso o arquivo sai daqui já no padrão que a emissora exige, com as versões de duração fechadas de uma vez. Vale reservar alguns dias entre a entrega e o início da veiculação, porque a checagem técnica não é imediata.
O preço varia pelo horário, pelo programa e pela quantidade contratada. Espaço colado no jornal local custa mais que faixa da manhã, e é justamente onde a audiência regional se concentra, então nem sempre o horário mais barato é o mais eficiente.
A negociação normalmente é feita por pacote, com um número de inserções distribuídas ao longo de semanas. Cabe à agência montar essa distribuição de forma que a frequência funcione, em vez de gastar tudo em três dias.
Televisão continua sendo o veículo de maior alcance simultâneo. Um filme que vai ao ar às oito da noite fala com a família inteira ao mesmo tempo, sem depender de algoritmo, de segmentação ou de o público seguir a marca em algum lugar.
Existe também um efeito de credibilidade que o meio carrega. Estar no intervalo de uma afiliada da Globo comunica porte, e para empresa local isso costuma pesar mais do que o número puro de impactos. É por esse motivo que concessionária, rede de supermercado, faculdade e hospital continuam comprando televisão mesmo com todo o digital disponível.
Isso não quer dizer que uma coisa substitua a outra. A TV constrói o reconhecimento e o digital colhe a intenção de quem já ouviu falar da marca, e é essa divisão de papéis que faz o plano render.
A veiculação na InterTV pode ser potencializada com campanhas digitais paralelas, Meta Ads, Google Display e YouTube Ads, segmentadas para o mesmo público geográfico da emissora. Essa combinação garante presença da marca no momento em que o consumidor assiste TV e também quando navega no celular ou computador.
A agência de publicidade DTO planeja essa integração com um briefing só orientando toda a campanha, para que o filme da TV e a peça do digital contem a mesma história em durações diferentes.
Ficamos em Nova Friburgo e atendemos as demais cidades da Região Serrana, entre elas Teresópolis e Petrópolis, além de Cabo Frio, Rio das Ostras e Macaé, na Região dos Lagos.
Conte o que precisa anunciar, para qual praça e em que período. A partir daí montamos a produção e o plano de veiculação.
A comparação deste canal com os demais da praça está reunida em veículos de mídia em Nova Friburgo.
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