Anuncie no A Voz da Serra e a sua marca entra de terça a sábado na casa e no comércio do friburguense. A DTO cuida do caminho inteiro: cria a arte, negocia com a redação, escolhe o caderno certo e acompanha a saída, na edição e no site. Oitenta anos de circulação ininterrupta dão a esse investimento uma credibilidade que não se compra com verba. Abaixo estão a história do título, os formatos e o que muda no valor, os cadernos e as colunas onde a marca cabe, a imprensa das cidades vizinhas e os portais que existem só na internet.
A Voz da Serra foi fundada em 7 de abril de 1945 e nunca parou. Passou de semanário a trissemanário e depois a diário, hoje circula de terça a sábado e já ultrapassou nove mil edições ininterruptas. É o terceiro periódico mais antigo em atividade no interior do estado do Rio de Janeiro.
Está sob a direção da quarta geração da família Ventura, e essa continuidade é o que sustenta a relação com o leitor. Para quem anuncia, isso significa aparecer ao lado de um nome que a cidade conhece há oitenta anos, o que empresta à peça uma seriedade que veículo novo não consegue comprar.
O papel tem uma vantagem que nenhuma tela reproduz: ele não some. Anúncios em jornal impresso atrelam tradição e confiança ao consumidor economicamente ativo e formador de opinião.
Quem lê um diário local está numa disposição diferente da de quem rola o feed. Escolheu sentar, dedicou tempo e vai passar por todas as páginas, inclusive pela sua. Outra vantagem é o favorecimento da lembrança por poder ser guardado pelo usuário ou pela possibilidade de exposição em ambientes coletivos.
Consultório, barbearia, padaria e sala de espera mantêm o exemplar em cima da mesa por dias. O que sai numa terça continua sendo visto no sábado, e isso não aparece em nenhuma métrica, mas aparece no balcão.
A DTO desenvolve peças de página inteira, meia (1/2), um quarto (1/4) e rodapé, além dos formatos verticais que acompanham a coluna de texto. Cada posição tem um preço e um comportamento de leitura diferente.
A página cheia funciona para lançamento e para data marcada, quando a mensagem precisa dominar. Rodapé, comprado com frequência, costuma render mais para quem quer presença constante com verba menor: o leitor passa por ele todo dia, e a repetição faz o trabalho.
Vale pedir o mapa da edição antes de fechar. Estar ao lado da editoria certa muda o resultado, e uma clínica encostada na editoria de saúde conversa com quem já está pensando naquilo.
A edição se divide em Cidade, Política, Economia, Cultura, Esportes, Polícia, Sociedade e Serviços, e cada uma dessas editorias tem um público próprio. Construtora e imobiliária rendem mais em Economia, escola e curso rendem mais em Cidade, academia e time local rendem mais em Esportes. Aquele mapa citado nos formatos serve exatamente para escolher essa vizinhança.
Existem ainda as colunas assinadas, que têm seguidor fiel e leitura de hábito. A Voz da Diocese, Além das Montanhas, Conversas de Dentro, Escrevivendo, Há 50 Anos, Momentos Literários, Nosso Meio Ambiente, Prosa Sustentável, Saúde Mental e Você e Surpresas de Viagem convivem no mesmo espaço com as colunas de Max Wolosker e de Paula Farsoun. Um espaço fixo ao lado da coluna certa costuma render mais do que a mesma verba diluída em espaço avulso.
Há também a seção de Publicações Legais, que é obrigação e não escolha. Edital, balanço, ata de assembleia e convocação precisam sair em publicação de circulação comprovada, e é por isso que construtora, cartório, condomínio e empresa de capital aberto aparecem ali todo mês. Quem já publica por obrigação costuma ter desconto de frequência para usar no espaço comercial comum.
Uma particularidade friburguense: o conteúdo é organizado por bairro, com seções próprias para Olaria, Conselheiro Paulino, Conquista, Cordoeira, Mury, Riograndina, Campo do Coelho, Ponte da Saudade e Lumiar com São Pedro da Serra, entre outros. Para comércio de bairro isso vale dinheiro, porque a mensagem chega perto de quem anda naquela rua.
O Caderno Z é o suplemento semanal de cultura, entretenimento e lazer, criado em 2017 no lugar do antigo Caderno Light, que existia desde 1994. É onde entra o anunciante ligado a restaurante, evento, curso e serviço de fim de semana, porque o leitor chega ali justamente procurando o que fazer.
Os classificados seguem sendo procurados para imóvel, veículo, vaga e serviço, e continuam funcionando exatamente por serem uma seção em que o leitor entra com intenção de compra, e não por acaso.
Seja nos Classificados ou no Caderno Z, encontramos o melhor preço para anunciar o seu negócio.
A Voz da Serra circula em papel por Nova Friburgo e também mantém um portal próprio, atualizado ao longo do dia e integrado às redes sociais. São dois públicos que se sobrepõem só em parte: quem assina o impresso nem sempre acompanha o site, e quem lê pelo celular muitas vezes nunca comprou um exemplar.
Para o anunciante isso é uma oportunidade, não uma escolha. O mesmo investimento pode aparecer nas duas frentes, com a peça impressa construindo autoridade e o banner do portal capturando o clique de quem já viu o nome no papel.
Quando o objetivo é alcance maior no digital, existe também o caminho dos grandes portais, com outra escala de tráfego e outro modelo de mensuração. Como funciona a compra nesse tipo de veículo está explicado em anúncio no Portal G1.
O mesmo raciocínio vale fora daqui. A própria Voz da Serra já mantém seções para Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes, Cachoeiras de Macacu e Teresópolis, o que resolve boa parte do entorno sem trocar de título. Fora desse raio, cada praça tem a imprensa dela.
Teresópolis é o caso mais completo. O Diário de Teresópolis é bem mais do que uma redação: a mesma casa opera a Diário TV, a Rádio Diário, a seção de classificados e a edição digital, então dá para negociar mais de um meio numa conversa só, com desconto de pacote. O Teresópolis Jornal divide a praça e trabalha com assinatura própria.
Petrópolis tem o título mais antigo da região. A Tribuna de Petrópolis foi fundada em 9 de outubro de 1902, circula de terça a domingo e tem tiragem em torno de sete mil exemplares. Faz parte de um grupo que reúne também a Rádio Tribuna FM e gráfica própria, o que abre a porta para combinar as duas mídias na mesma negociação. Dividem a cidade com ela o Diário de Petrópolis e o Correio Petropolitano.
Cabo Frio tem o diário mais forte dos Lagos. A Folha dos Lagos saiu pela primeira vez em 30 de abril de 1990 e passou da edição seis mil em 2022. A tiragem chega na sexta a Cabo Frio e Arraial do Cabo e no sábado a Araruama, Búzios, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia e Saquarema, e fica na banca até a quinta seguinte, o que estica bastante a vida útil. Pesquisa do Instituto Impacto apontou 39% de preferência para ela na cidade, contra 20% de O Globo. Completam a praça o Jornal de Sábado, o Jornal O Sol e a Tribuna dos Municípios, esta última forte em publicação legal.
Macaé mostra os dois caminhos ao mesmo tempo. O Diário da Costa do Sol segue saindo em banca, chega a doze municípios e já passou dos seis mil e quatrocentos números, com o Clique Diário tocado pela mesma editora. O Debate, que foi diário de banca por décadas, completou 48 anos e migrou inteiro para o digital. Ainda circulam por lá a Folha Fluminense, O Rebate e o Monitor Econômico.
Rio das Ostras é a única das cidades citadas que não tem diário de banca próprio. Quem quer falar com o morador de lá anuncia no Diário da Costa do Sol, que a cobre de fora, ou o Jornal Macaé e Rio das Ostras. No digital a praça tem o Cidade 24h, portal com classificados que atende também Casimiro de Abreu e São Pedro da Aldeia.
Para rede com loja em mais de um município, comprar a imprensa de cada praça costuma render mais do que uma peça única de alcance amplo. Cada cidade lê o veículo dela, e a mensagem chega com sotaque local em vez de parecer coisa de fora.
Parte da imprensa da região nasceu direto na internet e nunca teve tiragem. Em Nova Friburgo, o EcoSerrano publica várias vezes por dia e cobre saúde, clima e meio ambiente. O Portal Multiplix atende Serrana e Lagos ao mesmo tempo e mantém canal próprio de vídeo. O Descubra Nova Friburgo trabalha agenda, evento e turismo, e o Nova Friburgo Agora aposta em câmeras ao vivo e previsão do tempo, que é o tipo de página que a pessoa abre todo dia.
Eles não entregam a permanência do papel nem a credibilidade que o exemplar de banca carrega, e isso precisa ser dito. Em compensação entregam velocidade, segmentação por assunto e clique direto para o seu site ou WhatsApp. A compra também é outra: em vez de centímetro por coluna, se negocia banner por período ou por rodízio, publieditorial assinado pela redação e, quase sempre, um pacote junto com as redes sociais do portal.
O preço pode variar por tamanho, posição, dia da semana e cor. Preto e branco custa menos que colorido; a lateral ímpar pode custar mais que a par; sábado costuma custar mais que terça, porque a tiragem e o tempo de permanência do exemplar em casa aumentam.
Contratos de frequência mudam o cálculo. Fechar doze inserções ao longo de três meses sai bem abaixo do valor de doze avulsas, e é o formato que faz sentido para quem quer construir presença em vez de fazer uma inserção isolada.
Medir propaganda offline e publicidade tradicional é mais fácil do que parece. Um código promocional válido só naquela edição, um QR code que leva a um endereço específico ou um telefone diferente do usual mostram exatamente quanta gente chegou pelo papel.
No online, a conta é direta: impressões, cliques e retorno sobre investimento aparecem no relatório do portal, e permitem comparar o desempenho de cada posição antes de renovar.
Os dois veículos tradicionais da cidade falam com o mesmo morador em momentos diferentes do dia, e se completam bem. O impresso explica, com espaço para detalhe e preço; o anúncio em rádio lembra, com frequência alta e custo baixo.
Campanha de inauguração e de liquidação costuma usar os dois de propósito: o áudio avisa que vai acontecer e o impresso mostra o que exatamente está em oferta.
Um anúncio bem posicionado no jornal pode direcionar o leitor para uma landing page, um QR code ou uma promoção online, conectando a mídia impressa com a conversão digital. A agência de publicidade DTO desenvolve esse tipo de integração, em que cada peça offline tem uma continuidade online planejada.
Ficamos em Nova Friburgo e atendemos as demais cidades da Região Serrana, entre elas Teresópolis e Petrópolis, além de Cabo Frio, Rio das Ostras e Macaé, na Região dos Lagos.
Conte o que precisa divulgar, em qual caderno e com que frequência. A partir daí montamos a criação da peça e o plano de publicação.
O papel costuma entrar num plano maior. Como cada canal se compra está detalhado em compra de mídia offline.
Conte o seu desafio e entendemos juntos o melhor caminho.
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